DENSITOMETRIA ÓSSEA

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A densitometria óssea é um método que visa a medida da densidade mineral óssea por meio do seu conteúdo (BMC) e assim determina a resistência óssea. Existe uma boa correlação entre a resistência óssea e o conteúdo mineral ósseo. Reconhecido como um grande problema de saúde pública, a osteoroporose é uma doença ósseo-metabólica que leva à fraturas geralmente quando há redução de pelo menos 40% da massa óssea. Esta doença que afeta aproximadamente 30% de todas as mulheres na pós-menopausa, pode ser evitada ou retardada. Diante dessa realidade determina-se que a maneira mais eficaz de tratamento da osteoporose é a prevenção.

A clínica CDE atenta a essa realidade e agregada a constante preocupação em ter a melhor qualidade em diagnósticos médicos, adquiriu o equipamento de Densitometria Óssea Lunar Prodigy DXA System (versão de software: 11,20). Este equipamento usa o escaneamento DXA- Dual energy X-ray absortiometry que promove a avaliação da composição corporal com maior acurácia e precisão, além de emitir menor irradiação.

É importante ressaltar que a Sociedade Brasileira e americana de Densitometria óssea não aprovam a realização de densitometria com equipamentos periféricos (aqueles que analisam o antebraço ou pé), pois os critérios de corte diagnóstico para esses ainda não estão estabelecidos. Portanto, não é possível aplicar os critérios diagnósticos propostos pela Organização Mundial de Saúse OMS para sítios periféricos tanto no que diz respeito ao diagnóstico da osteopenia e osteoporose, quanto ao acompanhamento de terapias, pois o padrão de alteração de densitometria óssea difere significativamente nos esqueletos axial e periférico.

Indicações da Densitometria Óssea segundo a Sociedade Brasileira de Densitometria Óssea:

  • Mulheres com idade maior ou igual a 65 anos;
  • Mulheres com idade menor que 65 anos e homens entre 50 e 70 anos, com fatores de risco para fratura;
  • Homens com idade maior ou igual a 70 anos;
  • Adultos com história de fratura por fragilidade óssea;
  • Mulheres em uso de terapia de reposição hormonal por período prolongado e que tenham interrompido o tratamento;
  • Para monitorar mudanças de massa óssea após o tratamento de osteoporose;
  • Uso de coricosteróides via oral ou inalatório;
  • Condições causadoras de osteoporose ou fragilidade óssea (artrite reumatóide, hiperparatireoidismo, pós-gastrectomia, hepatopatias crônicas, pacientes transplantados, etc.);
  • Índice de massa corporal baixo IMC (menor que 19);
  • Passado de períodos prolongados de baixa ingestão de cálcio;
  • Para monitorar mudanças de massa óssea após tratamento;
  • Perda de estatura (menor que 2,5 cm);
  • RX com sinais de osteopenia.

Avaliação da Composição Corporal pela Densitometria Óssea

O que há de novo?

Agora, além da densitometria convencional para a avaliação da densidade óssea, podemos realizar a medida exata da composição corporal discriminando os percentuais de tecido magro (músculo) e tecido gorduroso em cada segmento do corpo todo.

Para quem é indicada a avaliação da composição corporal pelo método Dexa?

Várias são as situações e doenças que acarretam alterações e desequilíbrios nutricionais que podem ser beneficiadas por meio de uma avaliação da composição corporal:

  • Atletas em programa de treinamento físico;
  • Indivíduos não atletas em programas de condicionamento físico e dietas alimentares;
  • Atrofia muscular por desuso (inatividade física);
  • Distúrbios alimentares: anorexia, bulimia, obesidade;
  • Lipodistrofias – Deficiência de hormônio de crescimento, SIDA, Deficiência de hormônio da tireóide,etc;
  • Insuficiência Renal Crônica;
  • Crescimento e desenvolvimento;
  • Neoplasias;
  • Doenças intestinais com diarréias freqüentes;
  • Pós fraturas – perda de massa muscular.

O CDE possui densitômetro de última geração e médicos habilitados para a avaliação da sua composição corporal por meio da densitrometria.